Fedelini n° 10

A origem dos Fedelini remonta aos territórios da Ligúria, na província de Savona, a partir do século XIV, quando teve início a fabricação de macharoni e tria, também chamados fidej, cuja característica é a de serem finíssimos, o que ainda hoje os diferencia do Espaguete. Os temperos aconselhados para este formato são simples: são ótimas as combinações com manteiga, como manteiga crua e queijo ou manteiga derretida com sálvia e queijo. Também são ótimos os molhos à base de ovos ou de tomate fresco cru. Outro modo para degustar ao máximo os Fedelini é em um caldinho branco leve. Além dos caldos e das massas secas, na região de Nápoles também são usados para a preparação de doces em forno. Disponíveis em embalagens de 500 g.

  • Cozimento: Cozimento 6 min min - Al dente: Al dente 4 min min
Fedelini n° 10
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O nosso método

Atenção, cuidado, experiência, qualidade em todas as fases: de nosso moinho até a sua mesa.

A seleção do grão

A escolha de excelente matéria-prima é o primeiro passo, e o mais importante, para criar uma massa única.
grano

A moagem

Somos moleiros a quase dois séculos: em 1831 Don Nicola De Cecco produzia no seu moinho a “melhor farinha do município”. Ainda hoje moemos todo o grão no moinho ao lado da fábrica de massas, que está sempre envolvido por um intenso e delicioso perfume.
molitura

A massa

A água fria e a massa em uma temperatura inferior a 15 graus: dois detalhes que permitem obter uma massa que respeita a matéria-prima.
impastamento

A estiragem

Se graças à estiragem a massa toma forma, é o o processo difícil que dá a nossa massa a porosidade única capaz de reter todos os temperos. Esse é um dos procedimentos específicos que escolhemos preservar e defender. Com muito orgulho.
trafilatura

A secagem

Um outro segredo de nossa massa é a secagem lenta e em baixa temperatura. É o nosso modo de preservar intactas as características organolépticas do grão.
essiccazione



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Lasagna n° 502

A Lasanha é um dos formatos mais antigos de que se tem notícia. Provavelmente correspondente à “Lagana” latina (por sua vez derivada do grego “laganon”: folha grande e plana de massa cortada em fitas), o formato começa a ser conhecido como “Lasagna” depois do ano. Os primeiros traços da sua ampla difusão como Lasanha são encontrados nos escritos dos poetas italianos mais célebres do século XII. “Granel di pepe vince / per virtù la lasagna” (“Grão de pimenta vence / por virtude a lasanha”), cita Jacopone da Todi. Já Cecco Angiolieri adverte o leitor: "chi de l'altrui farina fa lasagne / il su' castello non ha ne muro ne fosso” (“quem faz lasanha com farinha alheia / no seu castelo não tem nem muro nem fosso”). Há muito tempo um dos formatos mais conhecidos e apreciados da cozinha italiana, a receita mais difundida e mais simples prevê que seja preparado com ragu, bechamel e parmesão, enquanto, recentemente, foi introduzido o uso da mozarela. Também são muito difundidas as apetitosas versões brancas, com molhos à base de cogumelos ou legumes. Disponível em embalagens de 500 g.
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