Tagliatelline n° 204

As Tagliatelline, originárias da Ligúria, são difundidas em toda a Itália e fazem parte da família das massas longas de seção reta. Para reencontrar as origens das Tagliatelline, deve-se buscar no passado distante, e sair dos confins nacionais: as Tagliatelline já eram conhecidas desde 700 d.C. no Japão, onde foram importadas da China junto de muitos outros elementos culturais e religiosos. No Japão, eram chamados Udon, tagliatelline de trigo mole, e deviam ter um enorme sucesso, em especial na província de Osaka e, em geral, na parte sul do país. As Tagliatelline têm dimensões que as tornam adequadas para serem saboreadas tanto como massa seca quanto em sopas. No primeiro caso, os molhos aconselhados são aqueles que recuperam a tradição lígure, razão pela qual o pesto é o preferido, seguido de perto pelos molhos à base de frutos do mar e moluscos. Também são ótimas nas sopas de vegetais e carnes ou, em uma perspectiva da tradição oriental, em sopas caldosas à base de algas e cogumelos. Disponíveis em embalagens de 500 g.

  • Cozimento:5 min
Tagliatelline n° 204
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O nosso método

Atenção, cuidado, experiência, qualidade em todas as fases: de nosso moinho até a sua mesa.

A seleção do grão

A escolha de excelente matéria-prima é o primeiro passo, e o mais importante, para criar uma massa única.
grano

A moagem

Somos moleiros a quase dois séculos: em 1831 Don Nicola De Cecco produzia no seu moinho a “melhor farinha do município”. Ainda hoje moemos todo o grão no moinho ao lado da fábrica de massas, que está sempre envolvido por um intenso e delicioso perfume.
molitura

A massa

A água fria e a massa em uma temperatura inferior a 15 graus: dois detalhes que permitem obter uma massa que respeita a matéria-prima.
impastamento

A estiragem

Se graças à estiragem a massa toma forma, é o bronze que dá a nossa massa a porosidade única capaz de reter todos os temperos. Esse é um dos procedimentos específicos que escolhemos preservar e defender. Com muito orgulho.
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A secagem

Um outro segredo de nossa massa é a secagem lenta e em baixa temperatura. É o nosso modo de preservar intactas as características organolépticas do grão.
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Penne Rigate n° 41

Da família das massas curtas riscadas de corte oblíquo, as Penne Rigate estão entre os formatos de massa mais conhecidos e, portanto, também mais versáteis na cozinha. O termo Penne, na língua italiana, faz referência à pena de pato antigamente utilizada para escrever, e que era cortada de modo oblíquo para a obtenção de uma ponta de traço fino. O formato, obtido a partir de um tubo de massa, liso ou riscado, de comprimento variável, apresenta o corte diagonal característico, típico da pena para a escrita. As Penne são um dos poucos formatos de massa com uma data de nascimento certa: em 1865, um produtor originário de San Martino d’Albaro (Gênova) chamado Giovanni Battista Capurro, solicitou e obteve a patente para uma máquina cortadora diagonal. A patente era importante, pois permitia o corte da massa fresca em formato de pena sem esmagá-la, em formato variável entre os 3 e os 5 centímetros (mezze penne ou penne). No documento conservado no Arquivo Central do Estado em Roma, lê-se: “Até o dia de hoje, não era possível obter um corte diagonal exceto com as tesouras à mão, método que, além de se mostrar lento e dispendioso demais, apresentava o inconveniente de produzir um corte irregular e de esmagar as massas.” As Penne Rigate são perfeitas para a preparação de massas ao forno ou para pratos de massas condimentados com molhos de carne de porco ou de boi. Mas são ideais também com condimentos à base de vegetais e, de modo mais geral, exatamente pela sua versatilidade, para todas as receitas da tradição mediterrânea, como o clássico molho com tomate, manjericão, óleo extra-virgem e parmesão. Clássica combinação com molho all’arrabbiata. Disponíveis em embalagens de 500 g.
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